terça-feira, 28 de julho de 2009

Ame e Dê Vexame!


Eu
li
um
pouquinho
do
livro
e
agora
preciso
achá-lo
e
devorá-lo!

Tequila!!!! Esquentou, mas queimou!



Muito antes...



Um pouco antes...

(com a canela!)



Praticamente durante...




Logo depois...



(hahahaha. Clique para ampliar! Coisa horrível!)



Nessa sexta chuvosa, os meus amigos me salvaram. Claro que a noite teve lá os seus perrengues como gente mal olhando na minha cara (de novo e como já se era de esperar), mas ainda assim o saldo foi bem positivo.

Aquecedor, cobertas, filme que eu não queria nem ver (espiritismo estou fora!), fondue, amendoim, tequila (prata e por isso a cara feia de todo mundo), poker, amigos, programas para maiores e montinho.

Nada melhor pra me distrair em um dia chato, chuvoso e chorão.

Eu já desisti!



Daí quando eu entro no MSN e dou de cara com isso, paro pra pensar. Quantas vezes eu reclamei (com ou sem razão, pouco importa) dessa maneira RIDÍCULA de escrever, desses vícios de linguagem HORRÍVEIS, que acaba criando aquela merda de círculo vicioso? Até que chega o momento em que a pessoa não sabe mais diferenciar o que é net e aquilo que é diálogo! Vira um jogo de palavras desnecessárias que o Aurélio faz questão de deixá-las BEM longe dali, tais como “abrazzzzzzzzz”, "mano", "naum", "flw", entre outras que me tiram do sério.

Ainda não consigo entender qual a diferença entre digitar “não” e “naum”. É a mesma quantidade de teclas a serem apertadas. Confesso, já escrevi assim, mas esse período pré-adolescente ENFIM passou. E como me arrependo de não ter expulsado antes essa fase medíocre (embora um pouco necessária) da minha vida.

Pode até ser um “pikeno” motivo, mas me irrita muito!

PS: quando desabafo aqui falando de “vícios de linguagem” entendam que abreviar é muito diferente de escrever errado, ainda mais sem necessidade. Algumas como pq, ñ, cmg, sdd – e por aí vai – não me incomodam.

sábado, 25 de julho de 2009

o 'm' da minha mortadela, do meu amor, da minha amizade!

Ontem à noite, de uma maneira meio desesperada, te chamei no MSN e falei pra gente sair, pra beber alguma coisa. Eu, confesso, estava desnorteada, com uma angústia horrorosa trancafiada no peito que escorria pelos olhos, mas ainda assim não adiantava.


Você como sempre me socorreu, me pegou no colo.

10 horas da manhã e nós dois ali, ainda, conversando depois de rir, de comer fondue, de jogar poker, de encher os olhos d’água e de comer pastel de feira, naquela chuva... Eu saí dali, daquele carro, mais leve, mais solta, com mais vontade de enfiar a cabeça naquilo que quero e esquecer todo o resto.

Puta merda! Como eu te amo!

“Meu amor, meu amor... Nunca te ausentes de mim”.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Stella Artois

Como eu gosto dessa cerveja!




Nada melhor pra fechar o dia de compras com a minha mãe! ;)

Tudo aquilo que não foi

Hoje andando de carro pela Avenida do Estado, voltando pra casa, me lembrei da última vez que tinha passado por ali. Ouvindo uma música qualquer no rádio, com o pensamento longe, longe. Há tempos estou pra registrar isso de uma maneira mais leve do que na minha agenda, até porque tenho menos paciência pra escrever lá.

Uns três meses atrás transitar por aquela avenida era costume, hábito semanal. Podia ser no banco do passageiro ou deitada, contando quantos postes passavam pela gente. Confesso que estava feliz sim e por isso tinha medo. Tudo parecia se encaixar muito bem, as palavras que saiam daquela maldita boca era exatamente o que eu queria ouvir e a mão que repousava em minha coxa era grande, maior que a minha.

Tola, burra, pensei quando revi todo aquele caminho totalmente batido. Perdi a conta de quantas vezes a razão me segurou, quantas vezes ela me mandou ter calma e abrir os olhos... Embora tenha perdido a conta de quantos minutos de sermões chatos e longos escutei dentro do carro, na frente da minha casa. Naqueles minutos eu cresci e, infelizmente, acreditava que tudo aquilo que estava ouvindo era pro meu bem. Hoje creio que tudo aquilo que era falado era simplesmente por comodismo, pro próprio bem-estar (dele!).

Quando tudo começou a ter partido apenas do meu lado, que a situação começou a ficar obscura e estranha escrevi, não acreditando muito no que registrava, que ele analisava tanto os defeitos dos outros que era incapaz de enxergar que, se ele não era igual, era ainda pior. Sempre gostei e preferi pessoas que se mostravam como realmente eram. Nunca gostei de fantasias, de faz de conta... Tanto que nunca me mostrei puritana, politicamente correta... Mas quando coloquei tudo no papel ainda acreditava que as coisas poderiam ser diferentes, que aquele homem que ele mostrou ser realmente existia, não era fingimento. Engano meu, mais uma vez. Hoje sinto repulsa por toda aquela encenação e frases prontas.

E sabe que eu até tento entender? Certas pessoas se dizem maduras, batem no peito pra falar que são diferentes de todos os outros “moleques” e no fundo não se dão conta da mentira envolvida nisso tudo. É uma hipocrisia sem margens! Mas estou aprendendo a não ligar mais... Tais pessoas proclamam tanto aquilo que não é verdade que elas começam e tomam como realidade os próprios absurdos que divulgam por aí.

Lamento. E como lamento! Acho triste pensar em alguém que tem como alimento algo que não é real, que não é nenhum pouco vital.



Se eu era a “menininha” (como carinhosamente gostava de ser chamada), hoje eu digo que ele era molequinho. Moleque ele realmente não era. Era muita coisa chamá-lo assim.

sábado, 18 de julho de 2009

Vício simples

Na cozinha, fazendo algumas coisas e cansada de falar pra Aysla qual era o limite dela fiquei pensando e de repente fui bombardeada por ideias e tentei gravar algumas palavras pra não esquecer toda a minha linha de raciocínio.

Agora, ouvindo Chico Buarque e olhando o tempo pela janela (a tal neblina característica daqui) penso o quão viciada sou. Sim, tenho que confessar que sou uma viciada de primeira. Viciada de quinta categoria, da pior espécie. Seria capaz de listar isso como um defeito, do qual falo pouco. Muito pouco. Aliás, falo pouco dos meus defeitos. São tão transparentes, visíveis... Sabe a “segunda pele”? Então! Não vivo sem, assumo.

Sou totalmente frustrada por viver numa sociedade tão mesquinha, transbordando pelos cantos gente estúpida, gente hipócrita, e por isso sou egoísta. Egoísta ao ponto de fazer um pré-julgamento dos gostos de quem admira a Mulher Melancia, por exemplo. Coloquei em um canal esses dias e a vi cantando. Tenho vergonha por ela e por quem deixa uma pessoa daquela, só porque tem 121 cm de bunda, aparecer. É burrice e falta de cultura por centímetro quadrado! Por isso também sou chata, já que os filhos das minhas amigas têm acesso a esse tipo de porcaria e vulgaridade no meio da semana, às três e meia da tarde. Porque não colocam Chico, Gonzaguinha, Tom, Calcanhotto...? Poderia continuar listando o nome de muita gente que canta música boa (na verdade acredito que “música boa” é pleonasmo. O que lançam hoje em dia não pode e nem deveria ser considerado como música e nem preciso citar a qualidade).

Também sou mendiga. E como sou! Sou aquele tipo de pessoa carente ao extremo, que adora alguns mimos. Muita gente já me perguntou “qual é a graça disso?” – um carinho que adoro e quem vê acha bobo e até um pouco infantil – e eu sempre respondi que “a graça é o contato físico”. Só tudo isso. Mendigo contato (“Pechincha de amor; Mas que eu faço tanta questão; Que se tiver precisão; Eu furto”). Sou, me tornei uma pessoa totalmente expansiva que adora o ser humano – qualquer um. Converso com todo mundo, desde o faxineiro até o fulano que é o dono. Pra mim pouco importa qual é o cargo, mas já perdi a conta de quantas vezes ouvi “ela gosta de conversar com essa velharada chata”. Daí, nesse momento, eu sou grossa. Fecho a cara e mando a pessoa ir sem mim. Também já perdi a conta de quantas coisas aprendi com pessoas “velhas” e sempre que falo que aprendi com eles me lembro de um casal que conversei uns 15 minutos. Trago comigo até hoje o que aquele senhor, dono dos olhos azuis de sua esposa, me disse. Há meses, talvez anos que eu tive a sorte e o prazer de conversar com ele. Não sei o seu nome, não sei se resistiu bravamente aos problemas de saúde e se conseguiu passar dos seus duros 90 anos e muito menos se continua indo ao baile todas às quartas-feiras, embora saiba que comigo ele sempre estará. Ele e os olhos azuis rasos d’água de sua esposa.

Ah, como eu queria um amor daquele pra mim! Sempre que penso nos dois, naquelas alianças douradas ainda nos dedos, sou extremamente boba e um pouco rude. Hoje em dia tudo ficou mais fácil e “eu te amo” virou “bom dia”. Todo mundo ama todo mundo e se não ama “bala nele” (no Rio) ou “bate nele”. As coisas ficaram muito extremas. A pessoa te conhece em um dia e na semana seguinte já está mandando depoimentos enormes no seu orkut dizendo que já não pode mais viver sem a sua companhia. Ou ainda matam por causa de uma discussão boba. A última que fiquei sabendo foi de uma menina que foi assassinada com três tiros de fuzil por causa de um bate boca que começou na sala de aula por causa de um celular. Nesses momentos eu fico estarrecida, estupefata, perdida quando tento me colocar na situação dessas pessoas que sofreram violências amargas, difíceis de engolir.

Por isso sou uma ilusão ambulante. Sim, claro! Quem é que quer viver num mundo desses onde o programa medíocre é colocado no horário nobre? Penso no momento feliz e inexplicável de Lewis Carroll ao escrever Alice. Ou então no momento sublime em que Vinicius escreveu sobre a paixão. Quem dera isso tudo pudesse durar para sempre!

Por isso digo e repito: sou viciada e gostaria tanto de viciar os que me rodeiam com todos os meus vícios. Os melhores, os mais antigos, os mais melancólicos! Sou viciada em pessoas de bom coração, em música, em amor, paixão, silêncio, em solidão, em tudo que, de alguma maneira, é puro. O que é belo é um vício a mais, mais um, entre tantos outros que coleciono.



PS: segundo várias definições vício, do latim "vitium", que significa "falha ou defeito", é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem. Depois de escrever tudo isso é claro e óbvio que discordo. O vício é prejudicial justamente quando a pessoa é viciada em algo ruim, caso contrário não. O que tem de tão ruim ser viciada em MPB, por exemplo? Não tem nada! Que esse vício todo se espalhe!

Cantada barata

Ele, o 14: Vou chamar a Jana pra morar comigo!

Eu:
Ah é?

Ele:
É, e tenho certeza que você vai morar comigo!

Eu:
Onde você mora?

Ele:
Na Saúde!




Não pude deixar de registar isso! O menino dono das cantadas super baratas. Haja criatividade!!!! rs

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Grito de Alerta, Gonzaguinha

Primeiro você me azucrina
Me entorta a cabeça
Me bota na boca
Um gosto amargo de fel...

Depois
Vem chorando desculpas
Assim meio pedindo
Querendo ganhar
Um bocado de mel...

Um Barzinho, um Violão

Minha manhã de hoje!



Gente estúpida!
Gente hipócrita!




Filme triste que me fez chorar...

Canto de Ossanha



Amor só é bom se doer



Essa noite eu perdi a conta de quantas vezes voltei (só um pouquinho) pra ouvir de novo e de novo.

Berimbau

Quem é homem de bem, não trai
O amor que lhe quer seu bem
Quem diz muito que vai, não vai
E assim como não vai, não vem
Quem de dentro de si não sai
Vai morrer sem amar ninguém
O dinheiro de quem não dá
É o trabalho de quem não tem
Capoeira que é bom, não cai
E se um dia ele cai, cai bem!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Desabafo qualquer

Estava sentada na sala e nem fazia ideia das músicas que estavam gravadas naquele CD. Primeiro veio Beirut, logo em seguida Cat Power e depois chega Damien Rice cantando “The Blowers Daughter”. Com o ouvido tão perto de uma das caixas era como se o próprio cantasse ali, ao meu lado. Fechei os olhos e inevitavelmente lembrei do filme Closer.

Segurei e no meio da música – no hero in her sky – não pude conter aquilo que tanto pedia pra sair. Escorreu a primeira lágrima que percorreu o meu nariz e tocou meu ombro. Depois da primeira vieram várias, involuntárias.

Uma mudança repentina de estado. Não estava triste, mas estava mergulhada em dúvidas. Essa noite, às quatro e meia, fui acordada e obrigada a ler uma mensagem pra lá de desnecessária. A minha vontade, ao perder o sono, era ligar de volta falando um monte, mas não fiz isso.

Na sala parei pra pensar e tentei imaginar porque tudo isso acontece. Só é legal conquistar depois que termina? Depois de ter chorado muito, de ter sentido arrependimento por tudo aquilo que fez, por todos os valores atropelados, por todos os sentimentos criados e nascido no meio de tanta pedra, de tanto empecilho?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Hello, I'm Johnny Cash!



A melhor parte:

When I was just a baby
My mama told me:
"Son, always be a good boy, don't ever play with guns"
But I shot a man in Reno
Just to watch him die
When I hear that whistle blowing
I hang my head and cry





Muito tempo e hoje matei as saudades!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

fugir, fugir...

O poeta parte no eterno renovamento.
Mas seu destino é fugir sempre ao homem que ele traz em si.

Irmã gêmea


Vi essa foto agora e pensei “e não é que ela se parece mesmo comigo? Ou eu com ela?” Sei lá!





Agora entendo porque todo mundo acha que somos irmãs (e gêmeas ainda!)

Metade ela era companheira

Fui mandar um recado pra Carol agora e me perdi no tempo. No tempo de colégio, na nossa viagem de formatura, do primeiro dia que a vi, da discussão ridícula que tivemos (sem detalhes, por favor! Tenho vergonha), do dia do aniversário de 19 anos dela, das pessoas que estavam com a gente e por algum motivo pararam de caminhar lado a lado.

Eu e ela não. Continuamos, apesar de tudo. Eu sei que ainda vamos passar por todas as fases juntas. Fizemos colégio juntas, viajamos juntas (e ainda vamos viajar! Não esqueci do Chile ou da Argentina), passamos na faculdade, contamos mais de mil vezes um determinado assunto, tiramos dúvidas das mais cabeludas...

Tanta coisa e o dobro ainda está por vir... Eu ainda vou à sua casa escutar você reclamando do teu marido, do quanto ele é chato, ou dos seus filhos que não param um minuto, da sua vida corrida, da falta de tempo. E vou lembrar tudo isso, do dia que coloquei isso no blog (o famoso “você lembra?”).

"Metade ela era companheira. Outra metade, era eu que era."

Amo-te! Obrigada por mais um ano ao meu lado. E segura, porque vamos longe. Não chegamos nem perto do destino que as outras se conformaram pertencer.

o trio

Hoje em dia penso o quanto já lamentei pelo que já foi. Sentia falta.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Carol



Que saudade e que NECESSIDADE de conversar com ela!

Então... lamento

Cheguei em casa enquanto amanhecia e fiquei lendo algumas coisas na internet e escrevendo um pouco. Estou extremamente agitada, impaciente e certamente ansiosa.

Tenho algumas coisas pra fazer, mas algumas delas despertam dentro de mim uma preguiça sem tamanho e por isso vou adiando, adiando... Mas comecei a escrever agora não por conta da preguiça, ou pra fugir de alguma coisa. Comecei a escrever porque hoje de madrugada senti uma falta enorme da minha agenda.

Ontem à noite fui até a casa de um amigo rever todo mundo e fazer o bendito social. Não estava nenhum pouco com vontade de ir, mas tenho em mente – e o duro é que é verdade – que “quem não é visto não é lembrado”. Cheguei lá e não deu muito tempo todo mundo começou a ir embora. Por insistência do meu irmão mais velho que adotei fiquei, embora ele tenha ido dormir logo depois. Fiquei na sala assistindo um filme super chato (Once Upon a Time in Mexico).

Antes de ir pra lá achei que não demoraria, e realmente não pretendia, e por isso não levei minha bolsa. Carrego aquele peso para todos os lados, e quando digo bolsa quero, na verdade, dizer agenda.

E antes de quase todo mundo ir embora fiquei ali, sentada, observando algumas pessoas um pouco injuriadas porque a cerveja ainda estava quente (não podiam ficar bêbadas) e elas somente se permitiram conversar a respeito da mesma coisa quando um amigo chegou (bêbado) e tomou a atenção de todos. Naquele momento tinham motivo pra rir, pra tirar o sarro.

Na mesma hora pensei onde estava o meu refúgio. Queria vomitar essa sensação que tenho quando estou com eles. Sei que conheço a maioria há bastante tempo, mas antigamente essas coisas não me incomodavam a esse ponto. Hoje em dia me tira do sério! Eles passam dias seguidos desnorteados por conta de tudo que ingerem ou inalam. Vão trabalhar assim! E o que me irrita nisso tudo é a falta de limite.

Não sabem aproveitar determinados momentos... Um deles montou o que chamamos de “nerdolândia” e ficou no computador, jogando ou fazendo alguma outra coisa que desconheço. Poxa! Faz isso outra hora. Depois esse mesmo infeliz fala que quer ver Dr. House, Fala que eu te escuto e “um filminho bacana com drogas, sexo e rock and roll”. Ah, por favor! Agora paro pra pensar e em todo o tempo que eu fiquei lá eu tive (sem brincadeira) dois diálogos com ele, porque o resto que perguntei ele sequer se deu ao trabalho de responder.

Não é a toa que várias vezes eu chego em casa e me arrependo horrores de ter trocado a minha cama, quentinha com vários cobertores, por uma roda qualquer.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Da Vinci














Outra coisa que vi mais de perto no Sírio foi o Robô Da Vinci, que na verdade é um dos mais modernos sistemas robóticos para cirurgia. Incrível, tenho que concordar. Há inúmeras vantagens: os instrumentos do robô são articulados e podem girar 360° (diferente do punho humano); a recuperação do paciente é mais rápida se comparada a videolaparoscopia ou a cirurgia convencional; o cirurgião que opera, e comanda o robô, tem uma visão 3D, além de conseguir realizar cortes mais precisos, sem tremer, entre mais uma série de coisas.









Mas paro pra pensar e não sei se essa tecnologia ainda vai nos levar ao “plenamente satisfatório”. À cura, ao sucesso? Talvez sim. Acredito que seja por isso que os hospitais de ponta estão investindo milhões em equipamentos e em treinamentos da equipe, entretanto nos leva também a ausência de humanização em saúde. Perdemos o contato e as coisas vão ficando cada vez mais superficiais, sem toque, sem acompanhamento, sem compaixão. Tudo se torna frio e renovável.

Vejo vantagem se as pessoas vissem as coisas como aprimoramento, como aliado. Troca-se tudo pelo computador hoje em dia: beijos, olhares... Falar pessoalmente, ligar pra desejar um bom dia? Pra quê? Tem o orkut, tem o MSN, tem e-mail, e no final tudo se torna apático.

Espero que em medicina, em saúde, em vida não seja assim.

Open the blankets and give them some air

Toda quarta-feira vou pro Sírio assistir as aulas, mas especialmente ontem voltei com uma curiosidade imensa sobre Guillain-Barré ou polirradiculoneurite aguda.

Hoje, procurando saber mais sobre o assunto e devorando tudo que falava da tal síndrome, achei um Blog, Angel Missions Haiti, que mostra crianças que precisam de tratamento médico e cirurgias e a evolução de cada uma. Há registros no Blog desde Janeiro de 2007.

Quem souber (ou pelo menos arranhar) o inglês vale a pena entrar. E quem não souber inglês ou não se interessar pelo assunto, apenas entre e veja as fotos. Enquanto passeava pelo Blog, olhando foto por foto, criança por criança, pensava na extrema vaidade das mulheres (e dos homens também!), na maldita necessidade de tirar uma pintinha do rosto só porque não cai bem, ou por querer aumentar tanto os seios, por reclamar horrores e inventar tratamentos cada vez mais caros por causa de uma merda de celulite.

Às vezes reclamamos tanto e nem sabemos o que é – realmente – ter um motivo pra chorar as pitangas.

Quem quiser saber sobre Guillain Barré clique aqui.
E quem quiser ver o Blog clique neste aqui.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

atropelando as coisas de uma maneira que nem eu entendo e por favor nem tente entender porque será energia em vão ou não não sei mas quem sabe

agora estou parando um pouco pra pensar e tudo está tão confuso impaciente chato sensível que eu tenho vontade de deitar na minha cama e me esconder debaixo daquele cobertor e deixar tudo se esvair da maneira que quiser da maneira que eu bem entender ando cansada de internet de gente que é incapaz de se resolver de crescer de mudar de aceitar que isso não é aquilo e vice e versa e versa e vice e solidão angústia angustiada inquieta impaciente impaciente impaciente mil cruzes e ainda fico mais irritada quando sou obrigada a ler frase sem nexo e abarrotada de erros de português não tenho paciência e nem permito os meus erros quem dirá dos outros chega preciso mudar estudar estudar estudar e estudar pra realizar aquilo tudo que eu vomitei ontem na mesa da pastelaria pra um amigo que ficou meio perdido com tantas informações e ele nem percebeu que ontem eu estava tão perdida quanto ele e hoje estou mais perdida que ontem devo estar pior que cachorro em dia de mudança em dia de tiroteio está horrível essa sensação de pré explosão de gozo de fúria de choro de sonhos não concretos mas quem é obrigado a ler tudo isso e ainda não entender nada do que se passa acho que ninguém

é disso

Ontem, sentada na mesa de uma pastelaria, contava meus planos, ansiosa e feliz por achar que posso.

Hoje a minha vontade é de perder o ar, ou fazer o ar simplesmente faltar com meia dúzia de cigarros mal fumados.

Pra enganar. Pra aliviar.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Michael Jackson e o que eu quero

Na televisão hoje, dia 7, só falava uma coisa: a morte de Michael Jackson e a tal homenagem a ele no Staples Center. Quando a cerimônia começou até cheguei a me emocionar, mas não por conta do Michael Jackson ou então por causa do seu caixão banhado a ouro que custou 25 mil dólares (só citavam isso, enquanto não sei quantas pessoas imploram por 25 centavos pra poder alimentar seus filhos, um absurdo de vaidade, mas quem sou eu?).


Na hora lembrei o que coloquei aqui no blog alguns dias atrás. Claro que não quero uma homenagem tão grande que nem a dele, até mesmo porque sequer conheço 18 mil pessoas, mas havia muita coisa ali que eu gostaria que acontecesse daquele jeito.

Caixão fechado, música e fotos de todos os momentos que marcaram a vida dele. E também adorei a maneira como Queen Latifah falou. Ela se expressou de uma maneira tão bonita, sublime, calma e com um sorriso no rosto que os repórteres até estranharam, mas é aquilo que tem que ser: celebre aquilo que foi vivido e não aquilo que não existe mais.

Postei, assim que fiquei sabendo da morte dele, que tinha ficado abismada, mas hoje paro pra pensar e vejo o quão fútil e infeliz fui ao postar aquilo. Era o Michael Jackson homem, assim como tanto outros! Assim como a Rafaella, assim como o Tio Rogério, assim como a Carlinha, que respiravam, que sentiam, que morreram.


PS: sem contar nas pessoas que se “vestem” de fãs e vão pra frente do local tumultuar e tirar fotos sorrindo. Desrespeito a quem realmente sente pela morte dele.

Tudo que dói

Hoje enquanto conversava com a minha mãe meu telefone começou a tocar. A curiosidade de saber quem está ligando é sempre grande e logo caminhei em direção a mesa e abri o flip. Assim como a curiosidade tomou conta, a falta de paciência também tomou e logo coloquei ali em cima da mesa, com uma cara que não negava a falta de vontade de sequer atender.

Não deu muito tempo e de novo tocou. Lá de fora falei pra minha mãe atender e falar que eu tinha saído e que tinha deixado o celular em casa.

Ela veio conversar comigo e depois que ela saiu parei um pouco pra pensar. Na verdade estou pensando nisso tudo há tempos e a vontade de escrever sempre predomina, mas o desgaste é tanto que o tesão pra colocar aquilo que me faz mal pra fora é mínimo, e então não escrevo.

Eu estou cansada dessa mesma ladainha que me persegue. Eu não sei onde estava com a cabeça naquele sábado – de fato sei: estava com a cabeça mergulhada em um negócio chamado “delicinha” que me destruiu e acabei fazendo coisas que normalmente não faria se estivesse sóbria.

Todo aquele papo de “estou diferente”, “vamos ficar juntos” era mesmo tudo balela! Ele está igual! Com os mesmo vícios de linguagem que me tiram do sério, com o mesmo beijo que praticamente me sufoca, me esmaga, com a mesma maneira de pensar, de comer, de andar arrastando os pés, de olhar com aquela cara de cachorro sem dono que me irrita, com a péssima mania ao achar que as coisas podem ser iguais ao que é contado na tela do cinema. Continua achando que concordar comigo em tudo vai me levar pra perto. E ele está tão enganado sobre tudo...

Nesses nossos “vai e volta” eu sempre tive uma visão muito diferente da dele e por isso sempre fui a “sem sentimentos” da vez. Amo ele e disso não tenho dúvidas, mas como meu amigo. Ele é incapaz de enxergar o quanto se torna chato quando deixa de ser isso e passa a ser qualquer outra coisa. Ele sempre me sufocou e eu sempre falei isso pra ele.

Tenho culpa e não nego. Sempre dei chance pra que a terceira, quarta, quinta vez acontecesse, mas uma situação totalmente mascarada era apresentada e eu sempre quis acreditar (principalmente nos meus momentos em que a solidão era minha aliada). Talvez até mesmo por orgulho ferido, por não aceitar que uma coisa não dava certo simplesmente porque não dava.

Mas tenho plena consciência que tudo isso sempre me cansou, antes mesmo de começar, principalmente o fato dele não aceitar que “nós” não existe. Sempre ficamos depois que alguma grande relação minha tinha chegado ao fim. Ficava com ele pra tentar sanar aquilo que estava ali, aberto, recém formado. Eu precisava de colo, de um “eu te amo” ao pé do ouvido, de abraços e de Dave Matthews na tela. Só.

Essa história de “mas diferentes é que somos iguais” é a maior mentira, no que diz respeito ao nosso relacionamento, que acreditei por alguns minutos. Somos realmente diferentes, até no amor. Somos diferentes porque eu cresci e ele ficou estagnado nos seus 23 anos, mergulhado em um copo de cerveja com um violão nas costas.

Sei que parece egoísta, mas sempre deixei quase tudo muito claro. Aquilo que não dizia na lata era porque achava que não precisava, mas ainda assim estava nas entrelinhas. No fundo eu acho que o que eu sempre amei foi a dor. Amo tudo que dói nele.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Domingo

Cheguei duas e pouco da manhã e acordei não tem muito tempo, mas não porque quis, e sim porque meu pai fez o favor de entrar no meu quarto como se entra pra guerra. Dei um pulo da cama e com o coração tão descompassado resolvi levantar e escrever.

Escrever, escrever e escrever. Sei que tenho que colocar pra fora todo esse sentimento dos últimos dias, mas até falta paciência pra parar um pouco pra pensar. Não quero pensar a respeito disso tudo. Não quero saber de fato o que estou pensando. Dane-se!

Pego a minha agenda e os dias estão em branco, mas é como se eu enxergasse tudo com letras miúdas, como se eu fosse capaz de sentir aquilo que está escrito ali, branco no branco.

Ontem eu cheguei e fui pra frente do espelho. Não pra me olhar, me arrumar e muito menos pra caçar defeitos e afins. Parei pra conversar um pouco comigo, pra ver o que aquela outra pessoa que – vira e mexe – às vezes tento esconder por medo, por vaidade. Ainda assim falei pouco e ela não falou quase nada... Apenas sorriu pra mim e disse “vai deitar, vai”.

Obedeci e subi as escadas. Por efeito de boas doses de um bom vinho entrei no quarto e deitei. Leve, arrítmica, ansiosa e ainda nervosa. Depois de certo tempo pensei como seria se eu não fosse o que acabo sendo nas entrelinhas, mas logo abandonei a ideia porque nem quero saber como é: deve ser muito chato.

Embora tenha dormido pouco, confirmei o que havia dito na mensagem – totalmente fora do que deveria ser uma resposta, mas tudo bem. Ainda assim dormi bem. Muito bem.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

The Circle of Life

Eu sou mesmo uma pessoa muito sensível. Mas hoje eu fui a um velório e em vez de ficar sensibilizada, eu fiquei muito incomodada!
Pra nós já parece injusto como algumas pessoas morrem. Ou morrem por culpa de outras, ou sofrem demais depois de uma vida inteira de luta.
Mas o ciclo da vida é algo externo a todos nós e acho difícil ou mesmo impossível que possamos entender. Foi outra coisa que me incomodou.
Eu acharia injusto demais se depois de viver minha vida inteira buscando alegria e prazer, me esforçando pra dar o melhor de mim e tentando viver de forma a ser pra mim e pros outros uma boa companhia, com energias boas a oferecer... se depois de tudo isso as pessoas fossem "se despedir" de mim numa sala cinza, com uma coroa de flores terrível ao lado do meu ex-corpo.
Acho mais justo que não haja nem velório, porque o que fica ali não vai ser mais a pessoa que vivia com vocês.
Vamos fazer um acordo?? Quando eu morrer, naaaaaaada de coroa de flores fúnebres. Nada de roupas pretas.
Que os meus órgãos sejam doados e que o resto seja cremado. E nada de guardar cinzas, pelo amor! Que o pó volte pra natureza o mais breve possível. Extremo materialismo e egoísmo querer ficar com "o que sobrou". Cinzas definitivamente não são o que sobrou. Corpo enterrado definitivamente não é o que sobrou. O que sobrou ta dentro de quem fica. Eu não quero que ninguém vá me procurar num túmulo. Me procurem na memória...
Eu também NÃO sou cristã e NÃO cultuo o sacrifício nem o sofrimento para obtenção da 'felicidade eterna'. Portanto sem cruxifixos em volta do caixão, ok?




O texto não é meu, mas sempre falei isso pra minha mãe. Disse que eu se ela fizer questão de velório, que faça, mas nada de exposição. Quero que tenha apenas fotos minhas sorrindo, com meus amigos... Em momentos que estive alegre, bem, feliz. Com música e se sentir vontade de chorar é pra lembrar de algum momento bom, cheio de risadas, mas não chore.

Tô me guardando pra quando o carnaval chegar...

terça-feira, 30 de junho de 2009

Passado, Presente e Futuro

Passado

Berkano
Poder do feminino, sugerindo coisas que demandam gestação para brotar com beleza e vigor em nosso mundo. Esta runa sugere a gravidez de um projeto importante, e um possível parto feliz.


Presente

Isa
associado às forças naturais que demandam enfrentamento: dificuldades que fortalecem o caráter e promovem o desenvolvimento, mas apenas se a pessoa souber perseverar ao invés de esmorecer. Impedimentos temporários e recuos são uma marca registrada, mas mais do que maldizê-la, vale a pena tentar compreender as razões por detrás destes impedimentos e trabalhar na busca de uma solução viável e paciente. as circunstâncias atuais são apontadas como difíceis, implicando numa provável suspensão em seus planos, e isso pode estar lhe deixando deveras triste. Afinal de contas, ainda que o nosso lado racional compreenda a importância das renúncias, o lado emocional se deixa afetar.


Futuro

Fehu
Questão de natureza financeira, pois governa os assuntos materiais. Representa o poder, mas não simplesmente o “poder” enquanto substantivo, mas o poder enquanto verbo, a capacidade de exercer o poder, canalizando-o na direção da auto-realização material. Esta realização material desencadeia uma riqueza que circula e se distribui, melhorando o mundo circundante.

Motivação pessoal e Impressão causada

Motivação

O que mais lhe motiva é agir segundo seu espírito fraterno, seu senso de justiça e seus elevados ideais sociais. Esse seu anseio lhe impulsiona a desenvolver sua responsabilidade e seu espírito de equipe, a fim de ser considerada uma mulher solidária, protetora e harmonizadora.

Desse modo, por trás de suas atitudes está sempre a ambição de unir pessoas ao redor de você em um clima harmonioso repleto de união e companheirismo, seja por intermédio do núcleo familiar ou de algum grupo humanitário.


Impressão

Você, Janaina, transmite a impressão de ser autoconfiante, original, dotada de iniciativa e dinamismo. Também é percebida como uma mulher criativa e objetiva. Pode ser vista como alguém que faz questão de assumir a personalidade que tem, mesmo que isso possa chocar as pessoas. Na verdade, pode até ser que goste de causar esse impacto a quem lhe vê ou conhece, mostrando um certo ar excêntrico, uma identidade bem marcante.


Quem escreveu isso deve me conhecer, não é possível!

Inteligência emocional

Fase bastante propícia para tomar decisões que se pautam tanto em processos racionais quanto em sua intuição. A sua percepção das coisas estará mais completa, e este aspecto favorece o entendimento, os estudos, os escritos e as trocas intelectuais.

Você perceberá que está mais eloqüente do que o usual. O estímulo positivo lhe permitirá compreender coisas que você antes não entendia muito bem, sobretudo no que diz respeito a acontecimentos passados que você não processou legal. Esta é uma fase de insights e de esclarecimentos.

Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro!

Esta é uma fase em que você aprende de fato que se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro. É um momento em que é mais conveniente manter-se numa posição recolhida, observando e mantendo-se numa quietude estratégica, avaliando o meio em torno de si e as circunstâncias. A observação é seu melhor aliado neste período. Além disso, as suas opiniões podem causar um impacto altamente transformador no mundo e na mente dos outros, neste momento.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

- o ideal seria

se todαs αs pessoαs soubessem αmαr, o quanto elas sabem fingir.
- Bob Marley

domingo, 28 de junho de 2009

Boa pergunta

No modo: dois jeitos, mas diferentes é que somos iguais

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MSN

Frodo Baggins diz (19:27):
o jeito é dar valor pra gente
e pra quem gosta e demonstra isso pra gente
(Y)

' - Janaaa diz (19:28):
to começando a cultivar esse pensamento
amor próprio, entende?
chorar por quem faz pouco caso não vale a pena não!
;)

Frodo Baggins diz (19:30):
é
acho que é o melhor que a gente tem a fazer msm :/

' - Janaaa diz (19:30):
vamos nos juntar antes do casamento ^^

Frodo Baggins diz (19:31):
ééé
vamos seguir o padrão
namorar
noivar
e casar
ahuioahuiah

' - Janaaa diz (19:32):
é a melhor solução pra mim e pra vc
auhshuashu

Frodo Baggins diz (19:32):
ahuioahuiaohauioah
to achando q sim viu ?

' - Janaaa diz (19:32):
somos dois então
(Y)
às vezes (quase sempre) eu tenho a impressão que se eu não tivesse buceta, "ninguém" nem conversava comigo.
mas foi só um desabafo

Frodo Baggins diz (19:35):
é
eu me sinto assim em relação a ter carro
ou a ter um bom senso de humor

(...)

' - Janaaa diz (19:39):
tudo pq te amo como ninguém, meu amor!

Frodo Baggins diz (19:39):
eu tbm te amo mtooo meu amor
mto mto memo

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Piercing

Estou um tanto desanimada... Precisando estudar, mas estou sem cabeça. Visitei amigos e aquela vontade de "furar" bateu.

É como se isso fosse um marcador. Se sinto necessidade a ponto de fazer, é porque a coisa não anda tão legal assim.

E por isso coloquei mais um piercing na loucura (já foram 3 assim), que mais parece um brinco. Mas o fato já me alivia.

Vício


Necessidade diária.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

S A B I A

Quantas tentativas? Adoro contar!

1ª - estou com saudade
2ª - qnd vem pra cá?
3ª - todo dia penso em vc . fico lembrando do dia do meu aniversario. gostei demais! penso e vejo q gosto muito de vc, e não é pouco
4ª - vc sabe q gosto de vc e ja faz tempo
5ª - não foi facil pra mim fazer o que fiz

- Juro que nao foi isso que pareceu. Parece que pra vc tudo não passou de uma brincadeira, de um casinho

6ª - mas não foi isso, pode ter certeza

- Onde vc está querendo chegar Dé?

André desligou-se




Estudando ainda tenho que aturar um papinho desses no MSN.
Era tudo o que eu mais queria (e até que aconteceu rápido)!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Aniversário da Cá!

Eu amo vocês! Obrigada por dias como este!


segunda-feira, 15 de junho de 2009

A saudade...

Saudade não é ex, tampouco amor. Mas a vida da qual abrimos mão por um sonho (ou por um erro) é passado.
E de escolhas e de perdas é feita a nossa história. Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência.

(...) outra que se perde em ombros tão largos, tomara que
ela não se perca tanto ao ponto de um dia não enxergar o
quanto aquele abraço é o lado bom da vida.

- Tati Bernardi

domingo, 14 de junho de 2009

Arraiá

A MELHOR parte da festa de ontem, com toda certeza!


Era impossível explicar a felicidade que estava sentindo em ver todo mundo (todo mundo mesmo!) reunido.

E, de novo, apesar do frio minha noite não poderia ter sido diferente.

Festas com direito a correio elegante, fogueira e bola de pé de moleque deveria ter sempre!

Eu amo vocês! Que saudade que estava sentindo de estar no meio de gente que só sabe dar risada!

Show particular

Uma quinta-feira fria que compensou qualquer batida de queixo ou ponta de dedos praticamente sem circulação alguma.

Estávamos no melhor show, com as melhores pessoas, com os papos mais sóbrios e interessantes que um ser humano poderia ter naquele momento.

São nesses momentos que percebo a saudade constante que sinto de cada um deles, por menor que seja.


São meus amores. De quem tanto sinto falta!

sábado, 13 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Pra que tanto alarde?

Ontem estava louca pra voltar logo pra casa! Aquele frio e aquela chuva me faziam pensar que todo mundo era merecedor de estar em suas respectivas camas, debaixo dos cobertores.

O metrô chegou e aquele vento no rosto causava arrependimento: deveria ter faltado só um diazinho.

Entrei e sentei. Como de costume passei a observar quem estava ali, ao meu lado.

Perto de mim havia um casal, aparentemente bem. Reparei que a mão dela estava no bolso de trás dele e sei que posso parecer um pouco careta, mas acho esse tipo de coisa super desagradável. Há horas e horas pra colocar a mão na bunda do seu namorado, e definitivamente aquela não era a hora, mas...

Continuei a reparar nas pessoas, mas esse casal continuava a chamar a minha atenção – e a de todo mundo! Uns beijos mais calientes, com uma perna entre duas... E por estar olhando tanto a menina deve ter começado a pensar que estava dando em cima do namorado dela e tornou tudo ainda mais explícito. Era língua pra tudo que era lado, uns apertões, um rala-coxa e mordidas na orelha.

Logo desci, no Paraíso, e por isso não posso relatar como terminou.

Parei pra pensar nisso e realmente acho um absurdo demonstrações públicas de afeto. Beijo eu já acho um tanto íntimo demais pra dar na frente de pessoas estranhas... O resto então, nem se fala!

Vira e mexe vejo pessoas se atracando nos vãos das estações, na rua, na faculdade ou até mesmo dentro do vagão, e eu acho que elas esquecem certos valores.

Acredito que sexo não é só o próprio ato, aquele entra-e-sai terminando com o orgasmo. As pessoas esquecem que sexo também é toque, carícias, olhares... E em vez de aproveitarem esses momentos a sós preferem vulgarizá-los (e ainda acham bonito).

Como eu queria ter nascido antes de 1988!
Bat your eyes girl
Be otherworldly
Count your blessings
Seduce a stranger

terça-feira, 9 de junho de 2009

Rafitcha


Parece que tudo aconteceu ontem.

E hoje já fazem dois anos.

Gostaria muito de saber como teria sido se você ainda estivesse entre nós.

Aperto

O dia foi bem diferente daquilo que eu achava que seria... Tudo começou com um sonho interrompido seguido de um certo desespero ao ver o quanto estava atrasada... Mas não tem jeito: não estou conseguindo dormir antes das 3 da manhã.

Na faculdade uma chamada oral surpresa, tremedeira e superação. Preciso parar com essa mania de achar que nunca sei nada.

Risadas, história, voltas e na hora que estava voltando pra casa me bateu um desânimo e o olho encheu de lágrima. Detesto isso. Parece que a atenção das pessoas se volta pro choro e elas pensam o que faz aquela lágrima entristecer um rosto com tão poucas marcas.

E por incrível que pareça: por mais que eu quisesse mergulhar nesse sentimento, não consegui.

Encontrei gente que me fez bem sem ao menos saber, somente por me acompanhar na cerveja. Outras por terem me ligado pra mandar um beijo (na “princesa”) ou pra saber onde eu estava. Conversar por MSN com um amigo-irmão mais velho que tanto me faz sentir saudades. Receber, sem pedir, duas músicas do Dave lindas (a segunda já se tornou um vício).

Claro! O mérito não é meu.

Mas agora quando todas essas pessoas estão com outros afazeres eu estou aqui. Continuo aqui, sentada, descalça (mas com frio nos pés).

E sozinha começo a molhar as mãos com um pouco da tristeza e tenho vontade de entrar de cabeça enquanto caminho pro meu quarto.

Passa pela minha cabeça desmaiar na cama que sequer arrumei de manhã. De entrar naquela zona organizada que está meu quarto.

Chorar.

E dormir com a roupa do corpo.

Só queria poder começar do zero. Não pra fazer diferente, mas pra fazer aquilo que eu realmente sinto vontade.

Escorreu.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Gestão

Eu não quero nem ver o zero bem redondo que vou tirar hoje na prova. Estou de saco cheio!
Um ano e meio não poderia passar voando?!

Irmão

Boa


Sorte!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

É você mesmo!

Você tem cheiro de roupa limpinha com mente suja
e eu quero te rasgar inteiro.
Mas apenas te dou um beijinho
no rosto.
Preciso me comportar.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Douglas: meu companheiro de chatice!

Quando nos lembramos de alguém, com carinho, percebemos que a saudade é existente.

Quando a encontramos numa noite fria e passamos horas conversando, contando tudo o que aconteceu nos últimos tempos e relembrando o quanto perturbamos os outros percebemos que a saudade continua ali, presente. Só que agora rodeada de felicidade.

Saudade de um tempo que não volta mais!

domingo, 31 de maio de 2009

S.O.S.

Julho é mês de férias.
Julho é mês de havaianas.
Julho é o mês de pipoca.
Vídeos.
Visitas.
Viagens curtas.
Longas...

Me faz um favor?
Traz logo um julho pra mim,
que por aqui ainda é maio.



- Estevão Bertoni



Julho é mês de ESTUDOS!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Primeira impressão não é a que fica!


A professora que tanto temíamos, e uma das que mais gostamos.


- Eu, Amanda, Sy, Elaine (profª), Ana, Cá, Ary e Mi.
1. Nome Completo?
Janaina.

2. Porque lhe deram esse nome?
Porque meu pai e minha mãe gostaram.

3. Você faz pedidos às estrelas?
Não. Apenas as observo quando estou voltando pra casa.

4. Quando foi a última vez que você chorou?
Hoje, duas vezes. Na hora que fui entrar no quarto e a criança tinha paralisia cerebral, e agora à noite porque estou me sentindo muito sozinha. Sei lá. Cansada da mesma história.

5. Gosta da sua letra?
ADORO a minha letra!

6. Gosta de pão com o que?
Pão com peito de peru e queijo.

7. Quantos filhos você tem? E como se chamam?
Ainda não tenho filhos, mas já sei quantos vou ter e o nome deles.

8. Se você fosse outra pessoa, seria seu amigo?
Claro! Ia querer viver grudada, sabendo de tudo!

9. Saltaria de bungee-jump?
Ainda vou saltar.

10. Desamarra os sapatos antes de tirá-los?
Quase não uso algo que tenha que desamarrar, mas geralmente não desamarro.

11. Acredita que você seja uma pessoa forte?
Dentro dos meus limites, muito.

12. Sorvete favorito?
Negresco.

13. Vermelho ou Preto?
Preto.

14. O que menos gosta em você?
Sou boba demais, acredito mais do que devia nas pessoas, e falo demais. É só insistir um pouco que eu solto o verbo.

15. O que mais gosta em você?
Minha sinceridade.

16. De quem você sente saudades?
Dos meus avós. Queria que eles morassem mais perto.

17. Descreva que roupa e calçado esta usando agora:
Calça jeans, blusa de moleton e descalça (pra variar).

18. Qual foi a última coisa que comeu hoje?
Que ainda estou comendo: chocolate.

19. O que você está escutando agora?
Cat Power – Lived in Bars.

20. A última pessoa com quem falou ao telefone?
Juliana.

21. Bebida favorita?
Água com gás.

22. Comida?
Hum... Qualquer coisa que combine com limão.

23. Último filme que viu no cinema e com quem?
"Eu Odeio o Dia dos Namorados", com o Marcelo.

24. Dia Favorito do ano?
Qualquer um, menos Natal.

25. Inverno ou verão?
Verão se estou na rua, inverno se estou em casa.

26. Beijos ou abraços?
Depende de quem está dando, mas às vezes prefiro mil vezes um abraço. Agora eu queria um d-a-q-u-e-l-e-s!

27. Sobremesa favorita?
Qualquer coisa com chocolate.

28. Que livro está lendo?
Liderança, de Marquis.

29.O que tem na parede do seu quarto?
Nem sei o nome daquilo, mas é uma peça de madeira.

30.Filmes favoritos?
Diário de uma paixão, Patch Adams, Jogos Mortais... Uma listinha razoável.

31. Onde foi lugar o mais longe que você foi?
Já saí desse planeta com os meus pensamentos.

32. Uma música?
MUITAS! Sou extremamente apaixonada por música.

33. Uma Frase?
A de agora "TUDO É, PORQUE NÃO HÁ NÃO SER."

E aí?

Come and see, I swear by now I'm playing time against my troubles
I'm coming slow but speeding

The play on time is won but the difficulty is coming here
I will go in this way and find my own way out. I won't tell you to stay but I'm coming to much more

I'm begging slow
I'm coming here, only waiting
I wanted to stay, I wanted to play, I wanted to love you

I'm coming waltzing back and moving into your head

It melts into wonder
I came in praying for you
Why won't you run in the rain and play, let the tears splash all over you?


- Dave Matthews Band - #41



Três coisas em uma só. Três dúvidas em nenhuma resposta.

ânimo

Eu achei que seria mais fácil e que retroceder um pouco não ia fazer muita diferença - até ontem. Como é amargo o gosto da decepção, de ter que voltar 04 anos com um sorriso no rosto e uma esperança de que as coisas, no final, darão certo. Anteontem eu encontrei um gás que até me surpreendeu e ontem acabei desanimando um bocado.
Mas eu sou chata e quando eu encasqueto com alguma coisa, escreva. Nem que eu não viva nos próximos anos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Eu!

Quando tenho, preciso ou quero falar de mim acabo me perdendo um pouco. Não sou inconstante, mas sou um pouco volúvel. Mudo de humor, de idéia, de temperamento, de valor... Não tenho saco pra aguentar a mesma coisa durante muito tempo. Sempre tento inovar, mudar, melhorar, dificultar. Sou uma filha carente, uma amiga fiel e engraçada, rodeada de pessoas que dizem que gostariam ser como eu, sincera até demais e amante com energia. Coração enorme e bobo, espírito livre, ouvidos atentos, e corpo ligado a todos os movimentos. Quanto a boca, falo bastante e adoro beijar.

terça-feira, 26 de maio de 2009

=D





Não
sou
a favor
do esteto
como colar,
mas agora
sou suspeita
pra falar dele
e do sorriso no rosto.

Vaaaaamos!


Vai Cá! Me dê, daqui um tempo, um motivo excelente pra eu te dar outro abraço como este, com direito a lágrimas (como sempre!)
PREZADA JANAINA

HÁ SIM UM PROGRAMA DE CONCESSÃO DE BOLSAS
SEM MAIS
CORDIALMENTE
PROF.DR. LUIZ H.C. PASCHOAL




fala que é verdade!

domingo, 24 de maio de 2009

Aniversário: Gabi



Os dias de faculdade não poderiam ser assim de vez em quando?
Em 3 anos de faculdade ela conseguiu a proeza de reunir metade da sala no bar, na esquina da faculdade.

Tédio

Um dia, a monotonia tomou conta de mim.
É o tédio cortando os meus programas, esperando o meu fim...

Sentado no meu quarto o tempo voa. Lá fora a vida passa e eu aqui à toa.
Eu já tentei de tudo, mas não tenho remédio pra livrar-me desse tédio!



- Biquini Cavadão

=)

1- Nome: Janaina.

2- Idade: 20 e poucos.

3- Peso: carrego até onde der. Quando adoeço é porque ultrapassei meu limite.

4- Altura: dos meus sonhos somados a minha, 1,68.

5- Paixão: o meu palco.

6- Um desejo: realizar o que tem tirado minha concentração.

7- Um amor que passou: William.

8- Um amor que tem: pais.

9- Uma mágoa: o que um dia chamaram de amizade.

10- Uma saudade: minha Rottweiler, a Lori.

11- A música de agora: Beirut, Elephant Gun.

12- Pro frio nada melhor que...: companhia ou vários cobertores.

13- Pior relacionamento: aquele que mentem pra mim.

14- Quando se sentiu plenamente feliz?: plenamente mesmo dia 28 de dezembro de 2005.

15- Quando se sentiu totalmente acuada? Eu estava em São Paulo e minha mãe me ligou pedindo pra voltar e ir direto pro hospital porque meu irmão estava passando mal. E quando eu abri a porta dei de cara com o meu irmão, ainda no PS, super inchado, numa maca de madeira, com colar cervical, desacordado e minha mãe chorando e quase caindo em cima de mim. Lembro que ninguém sabia o que fazer. Meus pais tinham dado entrada no divórcio, meu irmão mais pra lá do que pra cá, e ninguém sabia nos dizer se ele teria seqüelas e como evoluiria aquele coágulo. Mas deu tudo certo. Ele saiu do UTI em dois dias e conforme foram acompanhando, ele foi melhorando. Depois de um mês e meio meus pais voltaram também.

16- É feliz? Sou.

17- Como? Do meu jeito meio maluco, nada convencional... mas ainda tenho muita coisa pra
conquistar e ser muito mais feliz.

18- Considera-se...: muita coisa, mas não sei até que ponto isso é bom. Sou bastante
comunicativa, arrisco uma piada ou outra, não implico com as pessoas por bobeira... Entretanto isso não funciona na prática. As pessoas gostam e se cercam de pessoas CHATAS. Em outro endereço desabafei sobre esse assunto e um cara disse que acha que as pessoas têm medo de mim, e começo a acreditar.

19- Uma qualidade: sinceridade.

20- Um defeito: relógio.

21- Uma mania: adivinhar patologias alheias.

22- Detesta: Natal.

23- TPM? Muito difícil. Geralmente só fico mais sensível.

24- Faculdade? Vixe, acho que ainda mais duas em um futuro não muito distante.

25- Um abraço: com toda certeza o do 10 de março de 2007, com o Nando Reis cantando na minha frente.

26- Um beijo: só um?

27- O que faz hoje que sabe que não fará daqui alguns anos? Dormir.

28- Um arrependimento: “ter de volta todo ouro que entreguei a quem conseguiu me convencer que era prova de amizade”.

29- Um amigo que te conhece do avesso: Ítalo.

30- E uma amiga: Carol.

31- Cachorro? Sim, a Aysla.

32- Gato? Detesto gatos.

33- Outro animal? Não.

34- Um sonho: sempre foi e continuará sendo a família que ainda vou ter.

35- Filhos? Claro, dois. Gêmeos ainda por cima, só não me pergunte quando.

36- O que gostaria de viver? Aquilo que mais tenho sonhado.

37- Uma atividade: pensar.

38- Um esporte: escrever.

39- Uma vontade absurda: passar uma noite com Oswaldo Montenegro. A voz dele me fascina.

40- Embriaguez...: de sonhos.

41- Uma frase: “Que a terra lhes seja leve”.

42- Mais? Responderia, se tivesse.

Minha outra parte

Estive deitada a maior parte do tempo nesses últimos dias. Porque fui obrigada e porque queria melhorar logo dessa minha fase cabisbaixa... E pensei. Pensei muito, em tudo e em todos. O que quero da minha vida agora, daqui um ano, daqui seis. Não cheguei a uma resposta conclusiva, pra variar e pra acabar me intrigando ainda mais.

Mas não comecei a escrever pra colocar pra fora aqui o que andei a pensar. Senti vontade porque faz algum tempo que queria escrever sobre a minha mãe.

Quinta-feira fui ao médico e quando subi com os exames ele abriu a porta pra que eu entrasse e falou que cada vez mais eu estou parecida com ela. No sorriso, no jeito de falar... Dizem que sou uma xerox colorida dela (apesar de não achar).

Mas além de toda aparência, do fato da grande maioria achar que nos parecemos mesmo e de sermos mãe e filha somos amigas. Nos últimos dias, talvez meses, ela se tornou a minha extensão. É com ela que converso mais, que dou risadas de arrancarem lágrimas... É com ela que passo mais tempo, é no colo dela que eu choro. E é ela que me manda mensagens no meio da noite, mesmo estando no andar de cima, pra ver se consegue me animar um pouco. É ela que tem suprido a minha necessidade de companhia.

Apesar das minhas chatices, das chatices dela nos damos muito bem. Ontem eu quis registrar isso e hoje quando comecei a querer chorar na mesa a minha vontade era pegar um papel, só pra escrever.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Adoro isso!

1) Onde está seu celular? Nem sei. Se ele tocar eu descubro.
2) E o namorado? De quem?
3) Cor do cabelo? Castanho escuro
4) O que mais gosta de fazer? Escrever, viajar, namorar...
5) O que você sonhou na noite passada? Sonhei que uma banda entrava só com a vocalista e eu ficava pensando que aquilo tudo era uma grande palhaçada.
6) Onde você está? Em casa.
7) Onde você gostaria de estar agora? Na cama.
8) Onde você gostaria de estar em seis anos? Ainda não sei, mas quem sabe na faculdade?
9) Onde você estava há seis anos? Aqui mesmo ou então fazendo alguma recuperação na escola.
Onde você estava na noite passada? Na sala tentando não ficar enjoada com o chá de alho que estava tomando.
11) O que você não é? Não sou mentirosa.
12) O que você é? Preguiçosa (devo confessar!)
13) Objeto do desejo? Muiiiiiiitos!
14) O que vai comprar hoje? Nada! Não posso mais gastar um tostão! Prometi que vou me controlar.
15) Qual sua última compra? Hahahaha. Impublicável.
16) A última coisa que você fez? Acabei de assistir algumas músicas do DVD do Dave Matthews.
17) O que você está usando? Pijama ainda (é a preguiça!)
19) Seu cachorro? Um amor!
20) Seu computador? É... até que é útil.
21) Seu humor? Um pouco volúvel.
22) Com saudades de alguém? De algumas pessoas que se tornaram especiais.
23) Seu carro? Nem carteira eu tenho!
24) Perfume que está usando? Agora, o próprio.
25) Última coisa que comeu? Um bolo d-e-l-i-c-i-o-s-o!
26) Fome de quê? De chocolate.
27) Preguiça de… ? De ir pro médico daqui a pouco...
28) Próxima coisa que pretende comprar? Uma bolsa.
29) Seu verão? Minha pressão sempre cai.
30) Ama alguém? Claro! Ainda bem, né?
31) Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? Terça-feira. Não foi aquela gargalhada, mas valeu.
32) Quando chorou pela última vez? Ontem.
33) Vai passar isso aqui pra alguém? Acho que não ;)



Peguei de um blog alheio...