
Você como sempre me socorreu, me pegou no colo.
10 horas da manhã e nós dois ali, ainda, conversando depois de rir, de comer fondue, de jogar poker, de encher os olhos d’água e de comer pastel de feira, naquela chuva... Eu saí dali, daquele carro, mais leve, mais solta, com mais vontade de enfiar a cabeça naquilo que quero e esquecer todo o resto.
Puta merda! Como eu te amo!
“Meu amor, meu amor... Nunca te ausentes de mim”.

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