Eu preciso escrever e nem sei por onde começar. No caminho de volta pra casa pensei em tanta coisa, mas minhas idéias estão tão desorganizadas, que mal consigo colocá-las pra fora.
Fiquei pensando em que se traduz esse momento tão cheio de altos e baixos que ando passando. Às vezes estou bem, e na hora seguinte tenho uma vontade enorme de deixar escorrer pelo rosto, mas ainda assim não consigo. Por um momento até cheguei a achar que era só uma questão de mudar as músicas que estão no meu mp4 (minha mãe certas horas tem razão quando diz que tenho um gosto muito melancólico), mas concluí que não é isso. Ouvir Britney Spears ou Beyoncé não me faria ficar mais alto astral.
Só por hoje gostaria de dormir no telhado (se meu irmão não tivesse ido parar na UTI por conta disso, é claro!), enquanto observasse o céu, as estrelas. Agora à noite eu tinha que estar um pouco afastada do gigante poste pra conseguir enxergá-las... Eram quatro passos, duas ou três piscadas e elas iam surgindo, como se fosse a primeira vez que estivessem ali. Pelo menos atrás do meu quarto eu sei que a única coisa que iluminaria as idéias eram elas, e não a artificial. Melhor ainda seria se atrás do meu quarto também existisse uma praia, pra poder ouvir aquele som incessante e rever os pensamentos insistentes que percorrem por aqui, entre razão e emoção.
Ah! Os pensamentos... Gostaria que o pensamento fosse o suficiente pra viver. Pensando melhor não! Não sentir o que realmente acontece poderia ser chato. A realidade e as sensações me fazem bem. Entretanto essas transmissões poderiam ser mais quentes, mais tocáveis... Deveria haver um meio termo entre a realidade e o sonho. Aprender a guardar emoções, cheiros, firmeza, carinhos, voz, textura... Tudo isso é difícil de sentir quando se está só, à meia noite em uma sala. Esta é a parte infeliz dos sonhos. Imagino tudo o que quero e, de imediato, não tenho quase nada daquilo que imagino, apenas as lembranças das sensações e arrepios do que já foi real.
Complicado organizar as letras de um teclado pra arranjar palavras pra, enfim, explicar certas coisas que não adiantam tentar explicar. Talvez não existam palavras que as descrevam ou soluções que as resolvam. Sentimentos, gestos, olhares e o tal ‘feeling’: é aquele bendito - e bem-vindo - momento em que a alma entende e a boca se cala.
Fiquei pensando em que se traduz esse momento tão cheio de altos e baixos que ando passando. Às vezes estou bem, e na hora seguinte tenho uma vontade enorme de deixar escorrer pelo rosto, mas ainda assim não consigo. Por um momento até cheguei a achar que era só uma questão de mudar as músicas que estão no meu mp4 (minha mãe certas horas tem razão quando diz que tenho um gosto muito melancólico), mas concluí que não é isso. Ouvir Britney Spears ou Beyoncé não me faria ficar mais alto astral.
Só por hoje gostaria de dormir no telhado (se meu irmão não tivesse ido parar na UTI por conta disso, é claro!), enquanto observasse o céu, as estrelas. Agora à noite eu tinha que estar um pouco afastada do gigante poste pra conseguir enxergá-las... Eram quatro passos, duas ou três piscadas e elas iam surgindo, como se fosse a primeira vez que estivessem ali. Pelo menos atrás do meu quarto eu sei que a única coisa que iluminaria as idéias eram elas, e não a artificial. Melhor ainda seria se atrás do meu quarto também existisse uma praia, pra poder ouvir aquele som incessante e rever os pensamentos insistentes que percorrem por aqui, entre razão e emoção.
Ah! Os pensamentos... Gostaria que o pensamento fosse o suficiente pra viver. Pensando melhor não! Não sentir o que realmente acontece poderia ser chato. A realidade e as sensações me fazem bem. Entretanto essas transmissões poderiam ser mais quentes, mais tocáveis... Deveria haver um meio termo entre a realidade e o sonho. Aprender a guardar emoções, cheiros, firmeza, carinhos, voz, textura... Tudo isso é difícil de sentir quando se está só, à meia noite em uma sala. Esta é a parte infeliz dos sonhos. Imagino tudo o que quero e, de imediato, não tenho quase nada daquilo que imagino, apenas as lembranças das sensações e arrepios do que já foi real.
Complicado organizar as letras de um teclado pra arranjar palavras pra, enfim, explicar certas coisas que não adiantam tentar explicar. Talvez não existam palavras que as descrevam ou soluções que as resolvam. Sentimentos, gestos, olhares e o tal ‘feeling’: é aquele bendito - e bem-vindo - momento em que a alma entende e a boca se cala.

Nenhum comentário:
Postar um comentário