quinta-feira, 19 de março de 2009

O bem-estar

Uma coisa que ganhei com a perda da timidez foi a vontade de estar sempre de coração e braços abertos pra conhecer novas pessoas. Faço isso o tempo todo. Às vezes eu não sei o nome delas, às vezes nem elas sabem o meu (o que é mais comum).

Conhecer, ouvir o estranho me faz crescer como ser humano. Dificilmente não agrego nada pra minha vida. Nem sempre é bom, confesso. Há aqueles que eu tenho vontade de pegar pelo braço e dar um chacoalhão. Espero que com as minhas palavras eu consiga pelo menos os sensibilizar, e não apenas os deixar sem jeito.

Há aqueles que me mostram o caminho, me mostram a verdade das mentiras, me fazem pensar.

E ainda os que ao menos querem saber meu nome, mas que depois de uma longa conversa olham nos meus olhos com os olhos rasos e me agradecem pela atenção. Quando isso acontece, tenho a convicção que realmente os toquei, que fiz o bem, e isso não tem preço. Minhas emoções gritam, choro por dentro, me sinto única e muito mais leve.

É a história do filme A Corrente do Bem.

Propaga bem-estar.

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