sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Malemolência

"Veio até mim
Quem deixou
Me olhar assim
Não pediu
Minha permissão
Não pude evitar



Tirou meu ar
Fiquei sem chão..."

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Sobra tanta paixão...

Ele faz o meu mundo mais gostoso. Não faz mal o frio na barriga que sempre sinto quando ele me abraça em silêncio e eu sinto o coração dele acelerado.

Ele me completa, mas não é que eu não seja inteira. É que quando está comigo ele tem um jeito leve, doce e despretensioso de me fazer sentir em paz, num encaixe do exato tamanho que eu nunca nem ousei procurar.

Ele é manhoso e fala manso. Ele me coça e me faz arrepiar. Os apertos que dou em suas pernas são gostosos e o momento que os segue é sempre peculiar.

Ele chegou e eu me apaixonei por 15 polegadas de boas conversas, de palavras carinhosas explicitas, de pensamentos de bom futuro, de vontade de acreditar que aquele desconhecido poderia um dia se tornar uma pessoa especial, de quem quero o bem maior.

Ele parece que já sabia desde que me olhou pela primeira vez que podia me ter na sua vida. Ele me faz querer ser melhor pra o merecer. Não tem tantas frescuras e parece não ligar muito para todas as minhas.

Ele me faz sentir saudade que vai além da distância física.

É inteligência misturada com sensibilidade, sem contar num certo charme que me deixou sem reação, sem nunca ter pensando em dizer não (ainda mais quando ele dança pra mim!).

Ele ri como se estivesse tudo sempre bem, até mesmo quando as coisas não andam tão bem assim... E entre dentes serrados abro um sorriso tímido, e ele sorri comigo.

Ele não é perfeito, mas tem as manias mais atraentes que eu já pude perceber. É lindo e ainda é mais que isso. Tem uma beleza que sobressalta qualquer ponto de vista. É de causar inveja. Faz-me querer mudar.

Ele é grande em muitos sentidos. É um grande ser humano e um ser humano muito grande pra mim, a ponto de caber dentro de seus braços e me perder entre suas pernas.

Com rimas soltas ou parágrafos inteiros, traduzindo em palavras sempre vai faltar o que dizer! Quando eu estou ao lado dele, mesmo em silêncio, a coisa toda vira poesia. E tudo parece fazer sentindo quando nos abraçamos.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

24 00

Nunca me esquecerei da tua ausência em dias que o pensamento não foge, e de uma só vez toma conta. Por sua causa satisfaz com o não ser. O vazio aberto. Contesto sem ver. Luto sem falar.

PS: colaboração de Pablo Neruda

domingo, 16 de novembro de 2008

pesa-dele (o)

“I'm watching you breathing for the last time.”


Queria ter coragem suficiente pra patentear essa frase, e torná-la verdadeira dentro de mim.

O meu cansaço emocional não me dá sequer uma trégua, e eu ando esgotada. Esgotada de tanta hipocrisia que me cerca. De tanta mentira que invento, achando que posso sair ilesa dessa escuridão que invade.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

oh so well

É avassalador.



É amor por amor.